Setembro 23 2011

O meu e o nosso, aquele que gira sem parar e nos faz sentir estáticos com os poucos avanços que faz. O mundo, aquele que eu crio e que acredito existir para lá das fronteiras do meu olhar, da minha imaginação. Uma roda-viva que me leva sem parar a onde não quero advir. Mundo, pedaço de mim numa distancia de ti, do plano que gira, da roda que saracoteia, das pernas para o ar que me faço sentir, por onde caminho sem parar. Não vou encontrar, apenas saborear, fazes parte das minhas análises mais profundas, das minha mágoas, do meu olhar esperançado sem expectativas, só com reminiscências, índoles e lembranças. O meu mundo está a umas horas de ti e nunca esteve tão longe de nós. O meu mundo será sempre o teu, mesmo que ele pare de girar, caminharás comigo em cada olhar e em cada passo, no contorno do horizonte. O mundo, aquele que eu quero está a umas horas de mim e lá estarei contigo na caminhada do redondo da plenitude da vida. O meu mundo nunca mais será só meu, mesmo longe e sem contabilizar os anos, farás inevitavelmente parte dele, do que passou e do que estará para vir. O mundo, o planeta, o universo, a gente...

publicado por bailys às 20:16

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