Fevereiro 09 2009

 

Como se não me soubesse desvendar, deslindar, patentear…como se tudo fosse novo, repetição do passado com cenários e actores nunca antes imaginados. Como se não fosse eu, que tanto quis descobrir, reviver, esquecer…momentos que marcam e se relembram nas memórias de um dia-a-dia que nada tem de passageiro, de repetido, de desigual…historias que não saberia classificar, catalogar, identificar. Actores de um palco onde sinto o que à muito não tinha esquecido. Não sei bem, não saboreio igual, não vejo da mesma forma. Um estranho formato de gritar e de conter o silencio que se liberta em gotas salgadas que o rosto vai secando. Reconhecimento, sofrimento, valorização. Pouco mais do que isto, e estou assim mais uma vez no inicio, no ponto de partida, sem saber onde ou quando chegarei à meta, ou o que ela significa. Porque nem todos os dias são para celebrar mas todos eles são para contemplar… e sinto me assim perdida dentro do caminho que fui construindo para mim, numa velocidade inconstante e incontrolável. Num trilho onde a luz voltou a surgir e o vazio se preencheu, onde não me sinto sozinha mas apenas e sempre comigo e com quem me puder acompanhar.
publicado por bailys às 19:17

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