Outubro 13 2008

 

 

Deixaste-me a pensar…conseguis-te o que poucos conseguem, mesmo não sendo teu desígnio. Obrigaste-me a cogitar sobre a minha acomodação para com o mundo que fui construindo, que tento melhorar. Talvez sejam escolhas, talvez não possamos definir, talvez sejam com toda a certeza pormenores da tua visão sobre mim. Um espelho sem vaidades onde a simplicidade se revela básica mas surpreendente. Básica mas duplamente personalizável, como se fossem pessoas diferentes à procura do mesmo. Quantas vezes já me viste a tentar, a quer, a supor, a lutar…quantas? Talvez nenhuma delas valha, porque nada me prende e nada me empurra. Basilar, meu caro amigo, primordial diria mesmo. Não sei para onde ir, ansiando apenas partir, talvez sem destino mas com todo o propósito de ser e encontrar. Concordo com o poeta quando diz que “arriscar é perder o pé e não arriscar é perder uma vida”… E gostei da “Pandora” de planopias de empurrões que me ofereces-te, na plenitude da tua inveja saudável e das tuas reticências silenciosas. Das tuas ideias respeitosamente analisadas e criticadas. Talvez ainda me/te consiga surpreender quando esses empurrões me levarem a mostrar quem sou e me contenham de fugir de mim.

publicado por bailys às 22:23

...
Anónimo a 14 de Outubro de 2008 às 12:46

Serás sempre capaz da surpresa, não é isso que te prende. O maior medo de Pandora era ao abrir a caixa encontar o seu próprio reflexo, porque tanto no melhor como no pior, se há alguém de quem não consegues fugir, é de ti mesma. Adoro-te, Beijo...
Délio a 16 de Outubro de 2008 às 19:53

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