Setembro 22 2007

Vazia, só, solitária, sem nada, como se o mundo de bocadinhos que tenho, me arranjasse tudo o que sei não possuir. Nada, estilhaços de fragilidades embalados pela luz da noite, pelo luar de cada dia passado sem reparar, mas com ânsia de repartir. Vazia, assim me sinto sempre que sei encontrar mais um fragmento de ti, mais um encaixe em mim. Como se a bola que gira em torno da luz se desmoronasse devagar, relembrando que a tontura é apenas mais um aviso da representatividade daquilo que tenho de aprender, daquilo que tenho de encontrar e perder e viver. Sem nada, mesmo com a consciência, de que cada vez carrego e levo mais de mim. Vazia, sem preconceitos que não vivo, sem pensamentos que não penso, sem atitudes que não condeno. Vazia da glória que vou conquistando e arrebatando sempre que percebo que o mundo não para de girar e que, mesmo morosa não estou parada. Mas continuo vazia, pois sei do fim que nos deixa ficar sós e sozinhos, frívolos, ilusórios...e na realidade não somos nós, vamos sendo a cada tempo que rouba e oferece o vazio tantas vezes enganosamente e verdadeiramente sentido e penoso. Vazio, sem intenção, sem alma, sem rima, só assim...como se o mundo de vedações que tenho, não me deixasse voar... vazia, só, solitária, sem nada...

publicado por bailys às 12:00

Setembro 21 2007

Aos amigos que trago todos os dias no peito,
Aqueles que mesmo ausentes marcam presença constante,
Por aqueles que sorrio, mesmo a chorar,
Para todos aqueles cujas forças são parte de mim,
Para todos os que me abraçam quando preciso de calor,
E para todos os que sinto chegar,
Para os que partiram e deixaram saudade,
Para os que com um olhar me fazem sentir amada,
Para todos os que me dão o ombro em troca de nada,
Para aqueles que nem eu sei a importância que tenho,
E para todos aqueles que são realmente importantes,
Nos momentos de risadas, de conversas, de partilhas,
 
De sonhos, de decisões, de nadas…
Para os que me ajudam a ser quem sou,
E para aqueles que me ajudaram a descobrir quem posso ser,
A todos aqueles que são diferentes,
E me fazem sentir única,
Para aqueles amigos especiais, aos quais dedico mais tempo,
Aos momentos, aos abraços, aos segredos, às partilhas…
Aos amigos para quem estou sempre lá,
E para os que residem aqui
OBRIGADA 
CF  
publicado por bailys às 15:54

Setembro 12 2007

Foi, será para sempre assim...especial...por lhe ter dedicado mais tempo, mais atenção, mais de mim. De mais na verdade, de mim. Mas se assim não fosse, não era loucura, não era desejo, não era vida. De repente, sem esperar, mas com vontade que chegasse, depressa partiu num tempo demorado. Como a luz que adorna o meu sorriso, o meu olhar. Nada mais a pensar, nada a decidir, tudo a conquistar. Porque se ponderar não fazer, lembrar-me-ei que posso perecer. Como emoções, sentimentos preciosos, raros, exclusivos. Porque são os outros que nos fazem ser quem somos, especiais. Apreciados, extravagantes, simples, estrambóticos, iguais...tudo o que nos oferecem e nos dizem a brindar. Fundamentais, todos os momentos, sítios, encontros, sons, leituras, imagens e amigos aos quais dedicamos mais tempo, mais afecto, mais atenção, mais loucura e emoção. Às músicas marcantes, aos copos brindados, aos encontros marcados, às surpresas inesperadas, às fotografias tiradas, aos amores encontrados, aos amigos essenciais, às lembranças vividas...que nos fazem sentir excepcionais e distintos. Porque na verdade o melhor da vida não coisas, são pessoas. As pessoas que marcam, as pessoas que ficam, as pessoas especiais, que nos fazem sentir únicas. 

 

publicado por bailys às 11:14

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